Technische Universität München

The Entrepreneurial University

 
A exposição aguda e crónica ao álcool suprime todos os ramos do sistema imunitário, incluindo as reacções prévias ao sistema de infecções e de vigilância de tumores, por ex.:
  • Diminuição da capacidade de recrutar e activar células de glóbulos brancos, que destroem os germes.
  • Aumento da incidência de cancro da mama em pessoas que consumam álcool.
O álcool também prejudica a capacidade dos neutrófilos de migrarem de locais de ferimentos e infecções (quimiotaxia) Além disso, observou-se que as células humanas e animal isoladas depois de administrar álcool, apresentaram uma produção alterada de macrófagos e citocinas. Alguns peritos sugerem que o álcool exerce um efeito “tudo-em-um” na reacção imunológica, isto é, a presença ou ausência de álcool, em vez da sua quantidade, dita a reacção imunológica. A exposição crónica ao álcool altera a produção de diferentes hormonas com capacidade de modulação imunológica. Por conseguinte, o efeito do álcool na imunidade pode envolver um mecanismo indirecto em que o álcool altera os níveis hormonais e, por sua vez, as hormonas regulam as respostas imunológicas.
Tendo todos estes dados em consideração, o álcool é claramente não recomendado a atletas, pois pode aumentar a sua susceptibilidade a infecções e outras posologias, acima de tudo, em situações de stress induzido pelo exercício.  
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